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16 de maio de 2016

Música: a melhor parte do oxigênio

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Você pode ler ouvindo Avril Lavigne - Smile

Acho que meu primeiro contato com a música foi quando eu estava no útero da minha mãe, nunca me falaram se ela cantava pra mim ou não, mas eu sei que alguém cantava. Nós somos assim, gostamos de apresentar as coisas boas para as crianças desde cedo. E a música... ah, eu não sei quando foi que aconteceu, mas eu me apaixonei com toda minha alma e coração.

Música é a melhor parte do oxigênio, minha mãe cansa de reclamar comigo porque eu estou sempre com os fones de ouvido, sempre altos, e sempre estou cantarolando, cantando algo, tipo, como nesses filmes em que a pessoa canta o tempo todo quando está apaixonada.  E eu estou. Perdida, louca e profundamente apaixonada pela música.

Inúmeras vezes, ela cantou por mim o que eu não conseguia falar, ela falou por mim o que eu não conseguia cantar. Ela sempre esteve lá. Talvez seja um equívoco dizer isso, que as letras me perdoem, mas eu aspiro pela música, ou talvez as letras não tenham nada que me perdoar, já que elas também estão lá. As letras sempre estão.

A música depende das letras, as letras dependem da música. E eu dependo de ambas. Com toda minha alma, com todo meu ser. Eu não estaria em lugar nenhum, se não fosse por nenhuma delas.


As músicas me acalmam quando estou com o coração apertado, nervosa, triste... e elas me fazem viver mais quando estou com o coração cheio de sentimentos loucos pra serem gritados, escritos. As músicas e as letras sempre me acompanham, e eu sou muito feliz em poder acompanhá-las.


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