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28 de junho de 2016

Por hipérbole, e puro pleonasmo

Via weheartit
Você pode ler ouvindo Andra Day - Rise Up

Há um grande número de possibilidades quando se trata da efervescência que alguns sentimentos nos acometem.
O arrepio fino na coluna da alma até as falanginhas do coração.
O efeito borboleta no estômago.
Os dedos entre o racional, irascível e concupiscente, acariciando o hipocampo para controlar o caleidoscópio.
A necessidade incessante de apertar o bear bem forte para controlar os espasmos.
Os pulmões sendo preenchidos de oxigênio, enquanto o olfato capta os perfumes, os cheiros e decide qual aspirar e qual repelir.
O fechar das pálpebras durante alguns segundos para sentir com robustez, o piscar dos cílios, olhar profundo: um par de olhos castanhos refletido na colher que adoça.
O subconsciente sussurrando coisas que sempre quis ouvir, ou que nunca quis dizer.
A boca cheia de palavras, mas pende à preferência de cursar as letras num papel, numa folha, numa árvore. Por hipérbole, e puro pleonasmo.
Os pensamentos formam bolhas enormes dentro da água, esta ferve e evapora.
E tudo que eu queria falar era sobre como chá de hortelã me faz bem, mas, ah, o amor também.